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Dum botão de branco punhoDum braço de fora pretoVou pedir contas ao mundoAlém naquele coretoLá vai uma lá vão duasTrês pombas a descansarUma é minha outra é tuaOutra é de quem n'a agarrarNa sala há cinco meninasE um botão de sardinheiraFeitas de fruta maduraNos braços duma rameiraLá vai uma lá vão duas...O Sol é quem faz a curaCom alfinete de damaNa sala há cinco meninasFeitas duma capulanaLá vai uma lá vão duas...Quando a noite se avizinhaDo outro lado da ruaVem Ana, vem SerafinaVem Mariana, a mais puraLá vai uma lá vão duas...Há sempre um botão de punhoNum braço de fora pretoVou pedir contas ao mundoAlém naquele coretoLá vai uma lá vão duas...Ó noite das columbasLeva-as na tua algibeiraNa sala há cinco meninasFeitas da mesma maneiraLá vai uma lá vão duasTrês pombas a descansarUma é minha outra é tuaOutra é de quem n'a agarrar
Dum botão de branco punhoDum braço de fora pretoVou pedir contas ao mundoAlém naquele coretoLá vai uma lá vão duasTrês pombas a descansarUma é minha outra é tuaOutra é de quem n'a agarrarNa sala há cinco meninasE um botão de sardinheiraFeitas de fruta maduraNos braços duma rameiraLá vai uma lá vão duas...O Sol é quem faz a curaCom alfinete de damaNa sala há cinco meninasFeitas duma capulanaLá vai uma lá vão duas...Quando a noite se avizinhaDo outro lado da ruaVem Ana, vem SerafinaVem Mariana, a mais puraLá vai uma lá vão duas...Há sempre um botão de punhoNum braço de fora pretoVou pedir contas ao mundoAlém naquele coretoLá vai uma lá vão duas...Ó noite das columbasLeva-as na tua algibeiraNa sala há cinco meninasFeitas da mesma maneiraLá vai uma lá vão duasTrês pombas a descansarUma é minha outra é tuaOutra é de quem n'a agarrar
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