Por teu livre pensamento
Foram-te longe encerrar
Tão longe que o meu
De que túnel de que árvore
De que zero de remorso
De
Lisboa
Terra de todos e ninguém.
A que Deus deu o encanto.
A
Bólam leves, desatentos,
Meus pensamentos de mágoa
Como no sono dos ventos
Cristina Branco
Manto de açucenas
Pousando levemente no andor
os pés da Vir
Meu corpo em movimento
Minha voz à procura
Do seu próprio lamento
Meu
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